Publicado el 31-03-2011 / Edición Nº 14 / Año VII

 














REFLEXÕES SOBRE EXCLUSÃO EM TEMPOS DE GLOBALIZAÇÃO. Nota sobre viver nas ruas
por da Costa, Jodival Maurício
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
da Costa, Jodival Maurício (31-03-2011). REFLEXÕES SOBRE EXCLUSÃO EM TEMPOS DE GLOBALIZAÇÃO. Nota sobre viver nas ruas.
HOLOGRAMATICA - Facultad de Ciencias Sociales UNLZ
Año VII, Número 14, V3, pp.3-15
ISSN 1668-5024
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RESUMEN:
<P style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN lang=PT-BR><FONT size=3 face="Times New Roman">Nesta que é tida como a era da informação e da aproximação das pessoas em escala global, na propagada possibilidade de uma totalidade-mundo pela “evolução” dos meios de comunicação, que a técnica funciona como uma compactadora do tempo e produz a noção de um encolhimento espacial; a permanência de pessoas vivendo nas ruas é uma grande contradição. Na mesma intensidade com que a globalização dissolve fronteiras e possibilita aproximações culturais em nível mundial; outras vão se erguendo nos interstícios desse processo, ocasionando e/ou acirrando fenômenos de exclusão. Estar nas ruas é viver com possibilidades reduzidas de convívio em sociedade, bem como, o que o faz diretamente relacionado a uma questão cultural, se entendermos a cultura como relação. Aqui tratamos das contradições do processo de globalização discutindo a condição social do morador de rua e como o seu aparecimento na grande mídia retrata divergências das relações e representatividade desses indivíduos. Privilegiamos o entendimento dessa cotidianidade da rua na relação com uma totalidade mundo propagada pelo processo em referência. </FONT></SPAN></P>
PALABRAS CLAVE: Globalização, Cultura, Morador de Rua
ABSTRACT:

En este tiempo que se considera como la era de la información y que permite la unión de las personas a escala mundial, la capacidad de propagarse en su conjunto en el mundo por la "evolución" de los medios de comunicación, que la técnica funciona como un compactador de tiempo y produce una sensación de reducción del espacio, la permanencia de las personas que viven en las calles es una gran contradicción. En la misma intensidad con la que la globalización disuelve las fronteras y permite a los enfoques culturales en todo el mundo, otros van en aumento en los intersticios de este proceso, causando o agravando los fenómenos de exclusión. Estar en las calles es una oportunidad limitada para vivir con la vida en sociedad y, lo que lo hace directamente relacionado con una cuestión cultural, si entendemos la cultura como una relación. Aquí se exploran las contradicciones de la globalización discutir el estatus social de las personas sin hogar y cómo su aparición en los medios de comunicación retrata las diferencias de las relaciones y la representación de estas personas. Privilegiamos o entendimento dessa cotidianidade da rua na relação com uma totalidade mundo propagada pelo processo em referência.

KEYWORDS: Globalización, Cultura, Habitante en las Calles

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